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Qual organização de notícias é a mais confiável? A resposta é complicada.

Nosso relatório recente, Political Polarization and Media Habits, descobriu que a confiança e a desconfiança na mídia variam muito de acordo com a ideologia política. Muitos leitores nos perguntaram: Entre as 36 organizações de notícias sobre as quais perguntamos, em qual deles os americanos mais confiam? A resposta é mais complexa do que pode parecer e pode ser medida de várias maneiras diferentes. Aqui está uma análise:

1Confiança em fontes de notícias baseadas em quem as conhece O quadro da população total não conta toda a história.Se você olhar simplesmente para a porcentagem total de adultos online que dizem confiar em uma organização de notícias para obter notícias sobre governo e política, vários canais de televisão convencionais chegam ao topo. CNN, ABC, NBC, CBS e Fox News contam com a confiança de mais de quatro em dez adultos americanos que usam a web. Esses números elevados, entretanto, estão associados ao fato de que mais de nove em cada dez entrevistados já ouviram falar dessas cinco fontes de notícias. Confiança e desconfiança foram questionadas apenas sobre as fontes das quais os entrevistados já ouviram falar, portanto, quanto mais conhecida for uma fonte, mais americanos no total podem expressar confiança ou desconfiança nessa fonte. Uma fonte como The Economist, por outro lado, é conhecida por apenas 34% dos entrevistados e, portanto, nunca poderia ter um nível de confiança superior a 34% - mesmo que todos que já ouviram falar dela confiassem nela.

2Uma organização de notícias não é confiável? Ou apenas não é bem conhecido?Uma forma alternativa de analisar os dados é observar a porcentagem de confiança entre aqueles que ouviram falar da organização de notícias. Essa abordagem significa que pontos de venda menos conhecidos podem ser considerados tão confiáveis ​​quanto os mais conhecidos. Por essa métrica, várias das fontes mais conhecidas ficam no topo, unidas por algumas fontes menos familiares. A NPR, por exemplo, está no mesmo nível de muitas das principais emissoras de televisão nessa medida. Entre os painelistas que já ouviram falar da NPR, 55% confiam nela. O mesmo vale para 57% dos que já ouviram falar da CNN e 53% dos que já ouviram falar da NBC e do ABC.

3 E a relação entre confiança e desconfiança?Outra maneira de pensar em confiança é comparar a confiançaedesconfiança em uma fonte de notícias. Em outras palavras, qual é a proporção de pessoas que confiam em um meio de comunicação para aqueles que não confiam nele? Essa proporção é baseada apenas naqueles que classificaram as fontes como confiáveis ​​ou não confiáveis, independentemente de quão conhecida a fonte seja.

O resultado é uma lista diferente de marcas de notícias: The Economist, BBC, NPR, PBS e The Wall Street Journal estão entre aquelas com a maior proporção de confiança para desconfiança - mesmo que as porcentagens gerais daqueles que confiam nelas sejam menores do que para algumas Outras fontes. Apenas 34% dos americanos online, por exemplo, já ouviram falar do The Economist, mas há muito mais confiança (12%) do que desconfiança (2%) quando se trata de notícias sobre governo e política (20% nem confiam nem desconfiam do The Economist ) A BBC é reconhecida por uma parcela maior dos entrevistados (76%), mas é igualmente mais confiável (36%) do que desconfiada (7%).

4 Cuidado para não fazer distinções. Eles podem não ser significativos. Qualquer esforço para fazer distinções entre as diferentes fontes de notícias deve ter em mente que os dados da pesquisa estão sujeitos a uma margem de erro de amostragem e deve-se ter o cuidado apropriado. Não caracterizaremos uma fonte como mais confiável do que outra se as diferenças entre elas forem tão pequenas que poderiam ter ocorrido por acaso como resultado de um erro de amostragem. Além disso, muitas pequenas diferenças podem passar em um teste de significância estatística, mas não têm significado substancial. Esta é a razão pela qual, nos gráficos que você vê em nosso relatório, agrupamos as fontes em categorias amplas como 'Fontes confiáveis ​​por mais de 50% dos membros do painel 'e 'Fontes mais confiáveis ​​do que desconfiadas'. Por exemplo, The Guardian, Bloomberg e The New Yorker sentam-se lado a lado na seção 'mais confiável do que desconfiado' do gráfico adjacente. Estatisticamente, suas taxas de confiança sobre desconfiança são equivalentes (1,7, 1,4 e 1,4, respectivamente).



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